“Pagar aluguel é jogar dinheiro fora?” Nem sempre. Mas, para muitas famílias de Fortaleza, a parcela do financiamento fica parecida com o valor do aluguel — e aí a conta muda: em vez de pagar pela casa de outra pessoa, você paga pela sua.
1. Compare o aluguel com a parcela
Faça uma simulação com a sua renda e o seu FGTS e compare a parcela estimada com o que você paga hoje de aluguel. Se a parcela couber no orçamento e ficar perto do aluguel, comprar tende a valer a pena no longo prazo, porque cada pagamento vira patrimônio.
2. Some os custos da compra
Além da entrada, comprar um imóvel tem custos que nem sempre aparecem na primeira conta:
- ITBI: imposto municipal cobrado na transferência do imóvel, calculado como um percentual do valor;
- Cartório: registro do contrato e da matrícula. Quem compra o primeiro imóvel residencial financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação tem desconto de 50% nos emolumentos, previsto em lei;
- Avaliação do imóvel cobrada pelo banco e eventuais taxas administrativas.
Em muitos casos, esses custos podem ser negociados com a construtora ou incluídos no planejamento da entrada. A Mivii ajuda a colocar tudo na ponta do lápis antes de você decidir.
3. Não esqueça os custos de morar
Condomínio, IPTU e manutenção existem tanto no aluguel quanto na casa própria, mas na compra eles ficam por sua conta. Inclua esses valores na comparação para não ter surpresa.
4. Quando comprar costuma valer mais a pena
- A parcela cabe com folga no orçamento (até cerca de 30% da renda familiar);
- Você pretende ficar na cidade por vários anos;
- Você se encaixa no Minha Casa Minha Vida e pode ter juros menores ou subsídio;
- Tem FGTS parado que pode virar entrada.
5. Quando vale esperar um pouco
- A renda ainda é instável ou pode mudar em breve;
- Há pendências no CPF que precisam ser regularizadas;
- Você não tem nenhuma reserva para imprevistos.
Quer ajuda com o seu caso?
Fale com um especialista Mivii no WhatsApp. O atendimento é gratuito.
Falar com um especialista